O vice-governador de Mato Grosso do Sul, José Carlos Barbosa, o Barbosinha, votou na manhã deste domingo (25), na Escola Elite, em Dourados, e voltou a manifestar apoio ao candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL). Ao destacar a importância do segundo turno das eleições, Barbosinha defendeu o voto consciente e afirmou que o Brasil precisa de mudança para garantir crescimento econômico e desenvolvimento nos próximos anos.
Para o vice-governador, o momento exige uma escolha que considere os desafios econômicos do país e as perspectivas para as próximas gerações. Ele fez críticas à condução das contas públicas pelo governo atual e à prioridade dada a medidas que, em sua avaliação, comprometem o desenvolvimento sustentável.
“A previsão é de que, em 2026, a dívida pública ultrapasse 90% do Produto Interno Bruto (PIB). Estamos pagando mais de R$ 1 trilhão por ano em juros. Quem paga essa conta somos todos nós”, afirmou.
Barbosinha ressaltou que o desequilíbrio entre arrecadação e despesas limita a capacidade de investimento do país. Segundo ele, o desenvolvimento passa pelo controle dos gastos públicos e pela criação de um ambiente favorável à produção, ao empreendedorismo e à geração de empregos.
“O desenvolvimento começa por arrumar as contas públicas, pelo orçamento. Se você tem um orçamento desequilibrado, não consegue discutir desenvolvimento de forma consistente. Precisamos mudar o foco para a geração de emprego, renda, oportunidades e competitividade”, declarou.
O vice-governador também citou a necessidade de ampliar os investimentos em infraestrutura, especialmente em ferrovias e hidrovias, para fortalecer a logística e a economia de Mato Grosso do Sul. Como exemplo, mencionou o potencial do Rio Paraguai para o transporte de cargas e a redução dos custos logísticos.
Na avaliação de Barbosinha, a escolha nas urnas representa uma oportunidade de definir os caminhos do país diante dos desafios econômicos e sociais. Ele alertou ainda para os impactos futuros de medidas que considera eleitoreiras e defendeu uma agenda voltada à produção e ao crescimento econômico.
“Precisamos compartilhar as riquezas, valorizando quem produz e trabalha para gerar emprego, renda e oportunidades. O voto é a oportunidade de escolher o futuro que queremos para o Brasil”, concluiu.